Cordel do Fogo Encantado

 "O ano de 2001 foi, sem d vida, o mais importante da hist ria do Cordel do Fogo Encantado. Foi um ano de abertura de portas, um ano de "chegada" e um ano de introdu o na vida musical e art stica profissional do Pa s onde a gente vive e tamb m no mundo. Tivemos grandes acontecimentos e marcas inesquec veis na vida da gente esse ano. Primeiro, o lan amento do primeiro disco, que o primeiro registro, o momento em que a gente imortaliza a nossa mensagem. O lan amento ocorreu no dia 1 de fevereiro. Logo ap s os lan amentos dos discos aqui em S o Paulo, confirmando uma presen a muito importante na vida da gente, que foi a de Nan Vasconcelos, uma nova turn com Nan e num bom momento, depois do grupo ter passado por est dio, estar mais amadurecido. Citar amos tamb m a viagem para o exterior, a primeira do grupo, que foi outro marco tamb m porque foi um momento em que a gente se deparou com culturas que n o entendiam o significado da nossa poesia e foi nesse momento que a gente descobriu o quanto universal a linguagem da m sica. Foi nesse momento que a m sica na cabe a da gente ganhou uma caracter stica de muita import ncia porque percebemos que ela se comunicava em todos os lugares, e que a nossa poesia dita com a verdade contida nela continuava provocando as mesmas sensa es, independente das pessoas entenderem ou n o o significado das palavras. Fizemos sete apresenta es em Paris, que foram muito marcantes. Em Berlim, fizemos uma semana e, ainda na Alemanha, fomos para Frankfurt. E fizemos na B lgica, em Antu rpia, duas apresenta es. A grava o do primeiro clipe tamb m foi esse ano. E a incurs o pelo cinema com a participa o da banda na trilha do novo filme de Cac Diegues tamb m foi uma estr ia em cinema. O filme se chama "Deus brasileiro", baseado numa fic o de Jo o Ubaldo, e a gente n o s fez a m sica tema, que se chama Os Anjos Ca dos, que entra na ntegra no filme, como tamb m atuamos nessa m sica com os atores, essa coisa toda. Existe uma participa o da banda no filme, onde a m sica faz parte do di logo interno. E houve tamb m os shows hist ricos que fizemos, como o lan amento do clipe em Arcoverde, que foi o maior show que j fizemos em nossa cidade, onde tivemos condi es de ter um grande palco para uma multid o, e estava chovendo, sendo que h muito tempo n o chovia por l . Foi muito legal. Nesse ano tamb m citar amos a participa o no Free Jazz. um evento muito grande, s rio, muito organizado, que merece todo o nosso respeito, e do qual gostamos muito de ter participado. Houve tamb m outras marcas muito positivas, como os CDs. De fevereiro a dezembro, vendemos 11 mil c pias, que pouco para o que a gente pretende alcan ar, mas que para um grupo independente, e no primeiro disco, em menos de um ano, uma grande aceita o porque a maior parte desses CDs vendida nos shows. 2002 vai ser um ano provavelmente muito parecido com esse, de muitas realiza es, porque j est confirmado que a gente entra em est dio logo ap s o Carnaval para o segundo disco. E o segundo disco outro momento. um momento de afirma o, de dizer que chegou pra ficar mesmo. claro que tem aquela hist ria da s ndrome do segundo disco, mas vamos passar por tudo isso gra as a Deus e vamos ter um novo espet culo, apresentando esse segundo trabalho. um espet culo que j foi concebido e est em processo de finaliza o."