Alzira Espíndola
"2001 foi um ano em que consegui me segurar mostrando a minha arte. Acho que é bem isso. Quem conseguiu se manter com o que faz já tem o que comemorar. Como eu consegui segurar o que é importante e vital para mim, creio que inclusive isso favoreça os meus planos para 2002. No final de 2000, lancei meu último trabalho, chamado "Ninguém Pode Calar", só com composições da Maysa, uma releitura. Então, fui fazendo shows dele durante o ano passado e pretendo ainda trabalhar muito ele em 2002. Porque tudo tem um tempo para acontecer. Mas também fiz bastante shows com a Tetê, minha irmã, com o CD "Anahí", de clássicos populares. Esse show, que é um CD ao vivo, abre portas pra gente em muitos espaços dentro do interior do Brasil. As pessoas gostam muito desse repertório na festa da cidade, no clube, no teatro da cidade, é uma coisa clássica. Trabalhamos muito isso que a gente já plantou há mais de três anos e ainda estamos colhendo esse fruto. Para 2002 ainda existe alguma possibilidade de viagem. Porque tanto o "Ninguém Pode Calar" como o "Anahí" foram lançados em um programa de rádio na Alemanha. Então, tenho planos de ir para a Europa em algum momento fazer o plantio desses trabalhos. Para terminar, agora nos dias 18, 19 e 20 deste mês, estaremos fazendo um show, eu, a Tetê e o Carlos Navas. Será no Centro Cultural São Paulo. A gente mostra de tudo um pouco e fazemos algumas coisas juntos também."