PM - Como está o show, tem alguma concepção específica?

LP - Nada muito diferente. Não tem uma super produção, até porque não é essa minha proposta. Mas venho com quatro grandes músicos.

PM - Quem são eles?

LP - São quatro garotos. O Sérgio Galvão nos sopros, Adriano Souza nos teclados, o Pedro Moraes, que é filho do Ronaldo dos Golden Boys, no baixo, que é um menino de 25 anos. E o Erivelton Silva, que é de Brasília e trabalhou muitos anos com a Rosinha (Rosa Passos). É um craque, um "pintor".

PM - Qual é o instrumento do Erivelto?

LP - Bateria. Isso fora o meu teclado. E talvez uma guitarra, ainda não posso afirmar.

PM - Vai ter alguma participação especial?

LP - Estou pensando em chamar o Guinga. Ainda não chamei. Mas se ele topar vai ser uma maravilha para a gente fazer a música Catavento, que também vai estar no repertório, claro. É um show em comemoração aos meus 21 anos de carreira. Uma seqüência do CD e do DVD no palco, e a volta para a Universal.

 

PM - Você gosta bastante de estar no palco, não?

LP - Eu gosto. Eu vivo nele. Quando não estou nele, estou na minha casa. São muitos show por ano, graças a Deus.

PM - Você deve apresentar esse show também no exterior?

LP - Certamente. Tenho algumas coisas para fazer na Europa, por exemplo. Também vou para os Estados Unidos no final do ano. Vai ser um grande show com vários artistas brasileiros no Carnegie Hall, com o Ivan Lins à frente. Como a gente tem feito. Já aconteceram dois. Será um momento bem interessante, de encontro. Deverão estar presentes também Ed Motta, Zélia Duncan e João Bosco. Vai ser uma noite bem bonita.

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