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Joyce moderniza a gafieira Por Evanize Sydow Joyce produziu um dos seus melhores discos e um dos mais importantes da música brasileira nos últimos tempos. O CD acaba de chegar às prateleiras do Brasil, mas já é coqueluche na Europa. As críticas positivas da imprensa internacional não param de acontecer. Uma delas veio da revista inglesa Straight no Chaser, que disse: o disco é tão importante para a música brasileira quanto o Buena Vista Social Club para a música cubana. Quer mais? Tem. "Não é (João) Gilberto, não é Jobim, mas, a seu modo, é igualmente importante" escreveu a Time Out Magazine de Londres. "Gafieira Moderna" é o nome. O aposto deveria ser "Os novos estatutos do samba". Joyce arrasa em cada uma das dez canções, todas, letra e música, compostas por ela – exceção às letras de Samba da Silvia e Quatro elementos, respectivamente de Silvia Sangirardi e Paulo César Pinheiro, e à melodia de Risco, de Léa Freire. O disco tem a participação de Elza Soares na música Samba da Silvia e dos instrumentistas Vittor Santos, Nailor Proveta, Teco Cardoso, Eduardo Neves, Lula Galvão, Jorge Helder, Tutty Moreno e Marcos Suzano. A gravadora que traz "Gafieira Moderna" ao público brasileiro é a Biscoito Fino, que está se firmando como uma das melhores no mercado das independentes. A cantora, compositora e instrumentista, que soma 34 anos de carreira e 22 discos individuais, faz shows de lançamento em São Paulo, nos dias 5 e 6 de abril, no Sesc Pompéia. Abaixo você acompanha os principais trechos da entrevista concedida à Página da Música. Leia: |