Foto: Cuia Guimarães
O Prêmio Syngenta de Música Instrumental de Viola surgiu para
ocupar um vazio nessa modalidade, lembrando que esse é um instrumento
amplamente difundido em território nacional. O júri, formado por
conceituados instrumentistas e um jornalista, acaba de divulgar o nome
dos classificados para mais cinco eliminatórias em vários estados e
cidades, além da que já foi realizada em São Paulo, no último dia
27 de junho. Elas acontecerão em Brasília (14/8), no Teatro Levino
de Alcântara; em Piracicaba (21/8), no Teatro Municipal; em Curitiba
(25/9), no Ópera de Arame; em Belo Horizonte (26/9), no Teatro do Sesi Minas, e em Cuiabá (2/10), no Teatro da Universidade.
Lançado em maio, o concurso recebeu 173 inscrições de músicas
de violeiros de todo o país. Para Ivan Vilela (foto), um dos maiores
conhecedores da viola brasileira e curador do evento, o Prêmio
Syngenta aponta para uma diversidade musical surpreendente. “A
partir desse prêmio podemos observar o quanto a viola se revitalizou
e incorporou novas sonoridades. Do gênero mais ligado às raízes até
a música moderna, que incorpora elementos diversos, vemos que tudo é
material de uso presente na viola”, completa o instrumentista. O júri
ainda é composto pelo violonista Paulo Bellinati e pelo jornalista e
crítico musical Tárik de Souza.
Ao termino da última eliminatória, em Cuiabá, serão anunciados
os 16 finalistas que terão suas obras incluídas num CD gravado ao
vivo, durante a final em São Paulo. Os vencedores receberão prêmios
em dinheiro nos valores de R$ 10 mil para o primeiro colocado, R$ 8
mil para o segundo, R$ 6 mil para o terceiro, R$ 4 mil para o quarto e
R$ 2 mil para o quinto colocado. Além de outros prêmios, totalizando
R$ 43 mil. (Por Sérgio
Fogaça)
Veja
os classificados:
Brasília
– 14 de agosto – Teatro Levino de Alcântara
Aparício
Ribeiro – Taguatinga (DF) – Flor do Cerrado
Assis
Medeiros – Brasília (DF) – Suíte Viola
Bosco
de Oliveira – Brasília (DF) - Estrada
Bruno
Guimarães – Brasília (DF) – Crisálidas
Carlos
Eduardo Nunes – Brasília (DF) – Um Brasil de Viola
Carlos
Oliveira – Brasília (DF) – Machadinho Catireiro
Chico
Som – Jataí (GO) – Viola Brasil
Cláudio
Moura – Recife (PE) – Cascalho
Emerson
de Paula – Taguatinga (DF) – Repasse Mineiro
Fernando
Corbal – Brasília (DF) – Violar o Tempo
Maíra
Macêdo – Recife (PE) – Nossa Ciranda
Marcos
Benaia – Brasília (DF) – Êxodo Rural
Marcos
Mesquita – Brasília (DF) – Nós Mesmos
Marcello
Linhos – Brasília (DF) – Deusa das Flores
Marvin
Garcia – Guará 2 (DF) – Encordoado Fedegoso
Piracicaba
– 21 de agosto – Teatro Municipal
Andréa
Carneiro de Souza – Rio de Janeiro (RJ) – Blueseira
Elias
Kopcak – Campinas (SP) – 8 de Junho
Enúbio
Queiroz – São José do Rio Preto (SP) – No Batidão da Viola
Gilmar
França – Andadas (MG) – Ribeirão dos Cavalos
Fernando
Caselato – Bauru (SP) – Novos Rumos
João
Paulo do Amaral – Campinas (SP) – Serra do Itapeti
Julio
Santin – São Paulo (SP) - Irapuru
Levi
Ramiro – Pirajuí (SP) - Vaquejada
Luiz
Antonio Costa – Rio Claro (SP) – Rio Jacaré
Maurício
Soliani – Penápolis (SP) – No Balanço do Ponteio
Osni
Ribeiro – Botucatu (SP) – Quase Folia
Renival
Cruz – Campinas (SP) – Polca Campineira
Sebastião
Lopes – “Lopinho” – Campinas (SP) – Viola ao Pé do Toco
Roberson
Conti – Americana (SP) – Manhã de Chuva
Vinícius
Alves – São João da Boa Vista (SP) – Improviso Violado
Wagner
Silva – Piracicaba – Cateretrio
Curitiba
– 25 de setembro – Ópera de Arame
Aleccir
Carrigo – Curitiba (PR) – Boi Encantado
André
Berlesi – Colombo (PR) – Rio Capim
Daniel
Vicenti – Curitiba (PR) - Instinto
Dinart
Garcia – Apucarana (PR) – Andorinha
Eduardo
Gomide – Curitiba (PR) – Gulinziano
Guilherme
Maccarini – Içara (SC) – No Cio
Hermani
Galindo – “Coruja” – Curitiba (PR) – Renascência
Mauro
Albert – Londrina (PR) – Bica d’água
Ricardo
Anastácio – Sorocaba (SP) – Quebra Canoa
Ricardo
Denchuski – Cascavel (PR) – Beira D’Água
Robson
José Rodrigues – Criciúma (SC) – Tempestade de Pagode
Rogério
Gulin – Curitiba (PR) – Cactus
Sidnei
de Oliveira – Caxias do Sul (RS) – Esplendor
Valdir
Verona – São Marcos (RS) – Cores de Outono
Belo
Horizonte – 26 de setembro – Teatro SESI Minas
Dimas
Soares – Betim (MG) – Viola de Brinquedo
Eduardo
Camenietzki – Rio de Janeiro (RJ) – Toccata II
Fabrício
Conde – Juiz de Fora (MG) – São de Viola
Juarez
Sales – Belo Horizonte (MG) - Alvorada
Maurício
de Abreu – Rio de Janeiro (RJ) – Seu Boticário
Paulo
Mourão – Belo Horizonte (MG) –
Água, Areia e Sertão
Rodrigo
Delage – Belo Horizonte (MG) – Lagoa da Tapera
Valmir
Ribeiro – “Bilora” – Contagem (MG) – Violinha Inzibida
Victor
Batista – Belo Horizonte (MG) – Rio Corteza
Zé
Helder – Pouso Alegre (MG) – Fiote
Cuiabá
- 2 de outubro – Teatro
da Universidade
André
Balbino Ferreira – Cuiabá (MT) – Diáspora
Daniel
Ferreira de Paula – Cuiabá (MT) – Lufada em Viola de Cocho
Eduardo
Franco – Campo Grande (MS) – Ave Maria do Pantanal
Orlando
Fernandes – Araguaiana (MT) – Serenata no Araguaia
Roberto
Victorio – Cuiabá (MT) – Prelúdio 42
Sile
do Nascimento – “Silviole” – Cuiabá (MT) – Viola, Viola,
Viola
Ubaldo
Silva de Souza – “Bardo” – Cerejeiras (RO) – Encontro de
Feira
São
Paulo – 27 de junho – Theatro São Pedro
Arnaldo Freitas – Marília (SP) - Mehinaku
Daniel Sanches – Santo André (SP) - Enternecendo a
Espera
Deuler
Andrade – Goiânia (GO) - Canção de Passarim
Fernando Deghi – Santo André (SP) - Amazônia
Fernando Melo – Arapiraca (AL) -
A Feira de Arapiraca
João Ormond – Jundiaí (SP) - Pagode Cuyabá
Leandro de Abreu – São Bernardo do Campo (SP)
- Alvorada Pantaneira
Marcílio Figueiró – Rio de Janeiro (RJ) - Enleio
Marcus Ferrer -
Rio de Janeiro (RJ) - Dança
Marcio Freitas – São Paulo (SP) -Bravio
Nadir dos Santos – ‘Dico’ – Campinas (SP) -
Saci Catireiro
Neto Stefani – Bragança Paulis (SP) - Eta Pagode
Renato Anesi – Rio de Janeiro (RJ) - Moda Barroca
Rodrigo Azevedo – Montes Claros (MG) - Viola
Brasileira
Zéca Collares – Marília (SP) - Da Bahia a Minas
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informações:
www.direcaocultura.com.br